Reflexões do meio da semana

E o final de ano se aproxima. Alguns planos foram concluídos. Alguns ficarão para o ano que vem, para se juntarem aos novos projetos. Mas, como já disse num post anterior, o saldo final é extremamente positivo. Positivo o suficiente para me deixar com um suave gosto de realização pessoal em meus lábios.

Ontem foi um dia engraçado. Quer dizer, engraçado pela estranheza dele. Já estou por demais acostumado com o ruído de minha casa, o incessante som da tv na hora das telenovelas, do violão solitário do Eduardo dedilhando algo do Clapton ou do Pink Floyd, os gritos estridentes da Lucinha e a voz dengosa da Elaine me querendo sempre por perto… ontem foi estranho. Estranho o silêncio, e estranho o vazio. Elaine e os meninos estão para a chácara do Sílvio, e ficarão lá até o término da semana. Eu irei pra lá somente sexta a noite, quando sair do serviço. Lucinha começou a trabalhar, mas está trabalhando no horário das 15:00 às 23:00 horas. Ou seja, ontem, hoje e amanhã totalizam 3 dias da mais simples solidão, em casa. Mas isto é muito bom! No silêncio, consigo ouvir a voz da minha alma. O retumbar ritmico e incessante de meu coração. No silêncio, ouço as hostes angelicais elevando sua voz em coro. No silêncio, ouço a respiração da Terra, a voz de Deus. Bendito seja o silêncio.

Novas Aquisições:

Biblioteca –>

Return of the Archwizards Trilogy (The Summoning, The Siege e The Sorcerer)
Magic of Eberron
Dungeon Magazine #128
Dragon Magazine #337 a 339

Videoteca –>

Tróia
O Auto da Compadecida

Os filmes são pra satisfazer minha Elaine, que os queria. Eu particularmente desisti do Tróia no momento em que… bem, melhor ficar calado pra não estragar a graça de quem não viu. Mas quem me conhece deve fazer uma idéia do que é…

Sobre os livros e as revistas, nada como manter a coleção sempre atualizada. Tem algum material muito bom em todas elas, e pretendo folheá-las com calma, e degustar as possibilidades de judiar… ahem… acrescentar novos desafios aos meus caros jogadores de rpg. 🙂
E a trilogia do retorno de Shade! Como poderia ficar de fora? Fazia um bom tempo que eu queria ler esses livros, primariamente porque o retorno de Shade a Faerûn é o maior RSE (Realms Shaking Event) catalisado na transição da 2ª para a 3ª edição do D&D. Sempre me mantive com um pé atrás com os livros devido a um único e gigantesco fator: o autor da obra é ninguém menos que Troy “Death Star” Denning. E ele não ganhou esse singelo apelido de Estrela da Morte sem motivo, não. Por onde ele passa, sobram apenas crateras fumegantes. Foi assim em Dark Sun, na pentalogia The Prism Pentad, e até agora, está sendo assim na Return of the Archwizards. Não que ele escreva mal, não é bem isso. Mas os livros dele sempre deixam buracos… na ambientação. E eu acho que ele também não soube caracterizar certos luminares de Faerûn. Tudo bem que os protagonistas devem brilhar, mas não é por isso que um escritor precisa fazer o Elminster, e os outros Escolhidos, se comportarem como uns bobos. Mas, se tirarmos a lapidação mal feita, até que a pedra bruta é bem bonita. 😉

No mais, é isso. Vejo vocês no próximo giro do globo.

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